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LONDRES
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LONDRES
O
MUSEU BRITANICO - BRITISH MUSEUM
O
British Museum, o primeiro museu do mundo, não só isso, mas
também provavelmente a maior e mais importante coleção de peças
arqueológicas do mundo, uma viagem através da história da
humanidade, onde destaca sua coleção de arte assíria, egípcia,
grega ou romana, e um lugar que podemos nos perder por horas ou
mesmo dias descobrindo como a humanidade evoluiu desde suas
origens na história até hoje.
HISTÓRIA
DO MUSEU BRITÂNICO
O
Museu Britânico teve sua origem em grande parte graças ao Sir
Hans Sloane, um físico com uma grande paixão por colecionar
objetos antigos, moedas, pedras, livros e que, antes de morrer,
propôs ao governo britânico vender a sua coleção composta por
nada mais e nada menos que 80.000 peças, proposta que seria
aceitada ao mesmo tempo que o parlamento votava uma lei para
construir um museu, o Museu Britânico ou o British Museum, que
seria inaugurado em 1759, sofrendo várias ampliações e reformas
ao longo da sua história.
VISITAR
O MUSEU BRITÂNICO
Para
visitar com profundidade o Bristish Museum não basta só
um dia, por isso é conveniente já ter em mente o que é que você
quer ver, armar-se com um plano e ir diretamente para os nossos
objetivos, sem se perder muito pelo caminho, a não ser que nos
sobre tempo e possamos repetir a visita outro dia.
O
QUE VER NO MUSEU BRITÂNICO
Seria
impossível reunir tudo o que se tem para ver no Museu Britânico,
mas mais fácil é apontar o que não se pode deixar de ver no
Museu Britânico:
- A Pedra de Roseta - Uma das peças
mais importantes da arqueologia a nível mundial, já que graças
a ela nós sabemos quase tudo o que sabemos sobre a civilização
egípcia, e que esta pedra de granito é uma espécie de dicionário,
ao estar inscrita na sua superfície um texto de Ptolomeu V,
datado de 196 AC, em grego, em escritura demótica (escrituras com
letras utilizadas no Antigo Egito) e em escritura hieroglífica, o
que nos permitiu interpretar os símbolos que usavam os egípcios
e obter traduções destas inscrições (o egiptólogo Champollion
seria quem decifrou os símbolos em 1822).
-
A sala dedicada ao Egito – No primeiro andar a Pedra de
Roseta brilha nesta seção. O famoso Livro dos Mortos, fonte de
muitas histórias, cultos e lendas; está aqui, além de múmias
em perfeito estado de conservação que impactarão a todos
aqueles que as contemplem.
- Portas do Palácio Real de Khorsabad e
Tesouro Real de Oxus – Situados ambos na seção dedicada às
ambigüidades do Oriente Médio, são elementos a mais que se
destacam.
- Antiguidades gregas e romanas - destacam-se
fragmentos do friso do Parthenon, assim como restos de duas
das antigas maravilhas do mundo: o Templo de Artemisa e o Mausoléu
de Halicarnasso.
Guia de Londres - viajarparalondres.com - Santiago
González 2010
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